Dor de garganta: como tratar e prevenir

Quem tem idade para ler este texto certamente já sentiu uma dor de garganta e tem diversas formas para explicar a sensação incómoda que o ardor provoca. “Tenho a garganta a arder”; “sinto a garganta a arranhar”, são apenas duas.

Quando surge o tempo frio, as dores de garganta tendem em ser mais comuns.

As manifestações variam entre sintomas mais leves, como o incómodo persistente em toda a zona da faringe à laringe, e sintomas mais graves, como a dificuldade em engolir alimentos sólidos, líquidos ou até saliva.

Por norma, quando se ataca logo os primeiros sintomas, com recurso a tratamentos caseiros ou recomendados pelo farmacêutico, pode evitar-se uma visita ao médico.

Mas, quando os sintomas atingem dificuldade em engolir a própria saliva, e persistem, convém consultar o médico para despistar um eventual cenário de maior gravidade.

As pastilhas ou sprays recomendadas pelo farmacêutico costumam resultar e ser suficientes na maior parte dos casos.

Mas há que ter em conta que as dores de garganta podem ter diversas origens e cada pessoa reage de forma diferente.

A maioria das situações é provocada por infeções virais, típicas de gripes e constipações.

Mas há outros fatores que contribuem para o aparecimentos das dores e garganta.

Um filtro crucial

A garganta é composta por um conjunto de elementos sendo as amígdalas e a faringe os locais mais atacados e os que provocam maior sensação de dor quando estão inflamados. E, dependendo se a origem é viral ou bacteriana, também apresentam sinais diferentes.

No entanto, quando dói, apesar de ser incómodo, é sinal que o organismo está a funcionar ao reter ali agentes irritantes que poderiam vir a causar danos adicionais.

As dores de garganta podem ser acompanhadas de outros sintomas gripais como nariz a pingar ou febre.

Conheça as principais causas na próxima página:

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