A frequência de procrastinação depende de cada um, mas, como explica um artigo do jornal El Periodico, há várias razões para adiarmos os nossos compromissos. Por exemplo: falta de motivação, desinteresse pela tarefa em causa, ausência de uma recompensa, sensação de incapacidade, problemas de produtividade ou falta de um objectivo concreto.

Como primeiros modelos dos filhos, os pais devem contrariar este comportamento e ensinar às crianças a importância de executar as tarefas até ao fim.

Veja aqui alguns conselhos do psicólogo madrileno Angel Rull, que podem ajudar o seu filho a não adiar os seus compromissos.

Pequenas tarefas

Os grandes desafios assustam toda a gente, quanto mais as crianças. O melhor é ir estabelecendo pequenos objetivos. Terminada uma atividade, a criança deve passar a outra. Se o objetivo é grande, ensine o seu filho a subdividi-lo em pequenas ações.

Concentração

É importante evitar distrações. Por isso, está proibido o barulho e qualquer tipo de objecto que desvie a atenção da tarefa. Se ele está a estudar, não deve ter o telemóvel ou o tablet por perto.

Tempo

Traçar e cumprir um plano ajuda a chegar à meta. Os períodos de tempo devem ser ajustados à idade de cada criança. Lembre-se de que a atenção que uma criança dedica a uma tarefa não vai muito além dos 30 a 60 minutos.

Rotina

É fundamental para os mais novos. Devem existir horas certas para as refeições, dormir e estudar. Isso dá estabilidade emocional à criança e  ensina-a a ajustar-se.

Recompensa

Não se deve recompensar a criança sempre que ela executa uma tarefa. “Isso fará com que não desenvolva uma motivação real e aja apenas por impulsos externos”. É melhor estabelecer um objetivo relativamente distante e uma série de etapas para alcançá-lo. Em cada etapa, a criança pode receber um ponto que a aproxima do prémio final.

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