Picado, esmagado, laminado, aos pedacinhos, ralado ou até inteiro, o alho tem uma utilização infinita na cozinha.

O aroma intenso do alho vindo de um tacho ao lume ou do refogado numa frigideira é irresistível e o seu sabor nas mais diversas receitas, inegualável. Mas é preciso saber cozinhá-lo, em fogo brando, para não queimar. Pode preservar a forma do dente de alho e deixá-lo com um sabor mais subtil dando-lhe uma fervura. Ou acentuar o seu sabor, assando-o no forno, o que lhe dará um bonito tom de caramelo.

O alho era conhecido entre os gregos antigos por «rosa de mau cheiro», mas na verdade transforma qualquer refeição numa saudável e saborosa experiência de culinária. É uma boa fonte de vitamina B6, de potássio, de fósforo e de magnésio e apreciado pelas suas propriedades terapêuticas. Já os egípcios as conheciam, utilizando o alho em fórmulas medicinais, e os seus efeitos benéficos para o coração e para a circulação sanguínea eram valorizados na Idade Média.

Na gastronomia mediterrânica, chinesa, provençal e asiática é um dos aromas mais importantes: a base de uma boa saúde e de uma boa cozinha. Todos se rendem aos encantos deste tempero.©

Texto: Óscar Amado

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