Segundo os números divulgados, os novos casos diagnosticados com a doença foram 187, elevando para 238.564 o total de infetados desde o início da pandemia.

Os dados diários indicam ainda que já passaram pelos hospitais 123.891 pessoas com COVID-19, tendo dado entrada na última semana 286.

Os serviços sanitários espanhóis recebem diariamente os números notificados pelas 17 comunidades autónomas do país que também fazem acertos em relação aos comunicados nos dias anteriores, o que tem levado a discrepâncias nos totais apresentados.

“A validação individual dos casos está em curso, pelo que pode haver discrepâncias em relação à notificação agregada dos dias anteriores”, avisam os serviços sanitários espanhóis.

Os números de infetados e de mortes têm vindo a baixar significativamente nas últimas semanas, tendo Madrid iniciado um processo de alívio das medidas muito rígidas que tinha instaurado para lutar contra a pandemia.

O Governo espanhol aprovou hoje a atribuição de um rendimento mínimo garantido que deverá beneficiar 850.000 famílias, um total de cerca de 2,3 milhões de pessoas, que sofrem de pobreza extrema que foi agravada com a pandemia de COVID-19.

Este rendimento mínimo vai começar a ser pago pela Segurança Social espanhola já em junho a cerca de 100.000 agregados familiares e terá um custo anual de cerca de três mil milhões de euros.

O país decretou o estado de emergência em 14 de março último, para travar a expansão da pandemia, estando a meio de um processo de desmantelamento das medidas tomadas de confinamento que tem ritmos diferentes nas várias regiões e que termina no final de junho.

Espanha já anunciou que vai abrir as fronteiras, nomeadamente ao turismo internacional, a partir do início de julho, na mesma altura em que acaba a obrigação de cumprir uma quarentena de 14 dias para todos os que veem do exterior.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de COVID-19 já provocou mais de 360 mil mortos e infetou mais de 5,8 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), paralisando setores inteiros da economia mundial, num “grande confinamento” que vários países já começaram a aliviar face à diminuição dos novos contágios.

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