O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, numa conferência de imprensa no Palácio de la Moncloa (residência oficial), em que acrescentou que a cerimónia será presidida pelo Rei Felipe VI.

Espanha está entre os países mais afetados pela pandemia da doença covid-19, com 26.478 mortos e mais de 223 mil casos de infeção.

“Estas vidas que perdemos pensam muito sobre nós”, disse Pedro Sánchez, expressando as suas condolências aos familiares de todas as vítimas da covid-19.

O chefe do governo espanhol lembrou ainda, e como já tinha avançado no Congresso (parlamento), o Conselho de Ministros irá igualmente decretar um luto oficial pelas vítimas mortais associadas à covid-19.

O primeiro-ministro espanhol realçou que tal momento, que será marcado nomeadamente pela colocação das bandeiras a meia-haste, irá coincidir com o regresso do trânsito às ruas do país e com a reabertura dos edifícios públicos.

O parlamento espanhol aprovou na quarta-feira o prolongamento por mais duas semanas, até 23 de maio, do estado de emergência, em vigor desde 15 de março no país, com o objetivo de lutar contra o novo coronavírus.

Apesar desta renovação do estado de emergência, algumas zonas do país entram na segunda-feira na fase 1 do desconfinamento.

Onze comunidades autónomas (como por exemplo Galiza, Astúrias ou País Basco), a par da cidade de Ceuta e Melilla, passam na segunda-feira para a fase 1, enquanto as restantes irão fazê-lo parcialmente, exceto a capital Madrid, que irá permanecer na fase 0.

O plano do governo inclui quatro etapas de alívio gradual de restrições, até ao "novo normal".

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