"Agora somos apenas seis urologistas e para uma população de 27 milhões de habitantes é um desastre", afirmou o presidente da Associação Lusófona de Urologia, o moçambicano Igor Vaz, em declarações ao canal público TVM.

No mínimo, prosseguiu, o país precisa de 60 urologistas, a distribuir por 10 no Hospital Central de Maputo, entre dois a três nos hospitais centrais das regiões centro e norte e os restantes pelos hospitais provinciais.

Igor Vaz considerou preocupantes as doenças urológicas em Moçambique, que têm sido agravadas por mitos e ignorância.

"Os nossos jovens ainda não sabem muito bem o que a urologia pode fazer, pensa-se que é apenas a ginecologia dos homens", destacou.

Para encontrar respostas, Moçambique acolhe o 1.º Congresso Lusófono da Urologia, que conta com a presença de especialistas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

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