Stephen Post, professor de bioética, filosofia e religião, tinha apenas 16 anos quando escreveu o seu primeiro ensaio sobre altruísmo e, desde essa altura, nunca mais parou. No livro "Porque acontecem coisas boas às pessoas boas", publicado em Portugal pela editora Sinais de Fogo, escrito em parceria com a jornalista Jill Neimark, reúne muita da investigação feita sobre a interação entre a ciência, a espiritualidade, a saúde e o amor.

Surpreenda-se com o poder da benevolência, comprovado pelas descobertas que a ciência já fez, aqui  sintetizadas numa série de números e de conclusões que dão que pensar:

- Ser generoso durante a escola secundária promove uma boa saúde física e mental na idade adulta.

- Dar reduz a mortalidade depois dos 55 anos em cerca de 44%.

- Em determinadas épocas, a generosidade diminuiu a depressão e o risco de suicídio nos adolescentes, garantem os especialistas.

- Os níveis de stresse e de ansiedade são mais baixos nas pessoas generosas, o que contribui para o aumento da esperança de vida das pessoas que praticam o bem.

- Mesmo em faixas etárias mais velhas, a generosidade compensa. Ajuda-nos a sermos capazes de perdoarmos os nossos próprios erros, asseguram os cientistas.

- Bastam cinco minutos de gratidão para o ritmo cardíaco e respiratório, a tensão arterial e o ritmo cerebral ficarem sincronizados.

- Entre os adultos mais velhos, a capacidade de acarinhar os outros protege a sua saúde mental e retarda a mortalidade.

- O perdão ajuda a combater a depressão e diminui os níveis das hormonas do stresse.

- Um estudo efectuado junto de ativistas verificou que a coragem produz alegria e sentido de ligação.

- A compaixão tem origem na oxitocina, uma hormona associada à ligação entre pais e filhos.

- A criatividade está associada à alegria, podendo favorecer o estado de espírito de pessoas doentes e melhorar a autoestima.

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