Tudo começou quando o SPARK, um movimento feminista composto por jovens entre os 13 e os 22 anos, divulgou que nos doodles feitos pela Google, entre 2010 e 2013, apenas 17% correspondia a feitos relacionados com as mulheres. A gigante tecnológica concordou com os argumentos do movimento e, além de tentar retificar essa situação, convidou o SPARK para trabalhar com a empresa na app "Field Trip", um projeto de mapas.

"A Google sabe, assim como nós, que o motivo não é que as mulheres não façam história - apenas não as honramos com isso", explica o SPARK na sua página oficial.

Graças a este trabalho já é possível que, quando os utilizadores fazem o seu login e escolhem aceder às notificações históricas, tenham acesso a alertas sobre os locais onde se encontram, onde já estão disponíveis descrições associadas a momentos históricos protagonizados por mulheres.

O trabalho foi realizado pelas integrantes do movimento que esperam que a sua ação inspire outras mulheres pelo mundo. Segundo o SPARK, até ao momento o grupo de trabalho já identificou  e mapeou cerca de 100 mulheres. Os utilizadores são também convidados a identificar e nomear mulheres que gostariam que fizessem parte da aplicação.

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