Os fatores que fazem perder o estímulo são muitos e variados e vão desde o pessoal ao profissional. É comum ver que há empresas que dão a mesma oportunidade aos seus colaboradores e, enquanto uns vão subindo, outros ficam estagnados. Ora, estas e outras situações não são boas para os profissionais nem para as empresas, até porque o desempenho vai de certeza decair. Quem não está feliz com aquilo que faz dificilmente atingirá metas ou supera desafios apresentados. O melhor é que seja honesto consigo e fale com o seu chefe para identificar o problema e o que levou ao mesmo. Veja quais são:

- Por norma não faz mais do que a sua obrigação, mesmo que tenha à sua disposição todas as ferramentas para ir mais além. Faz exclusivamente o necessário e muitas das vezes só faz determinadas tarefas quando solicitadas. Em suma, coíbe-se de ser um autodidata.

- Não conseguem evitar a desmotivação que têm e sentem perante os outros, até porque na maioria das vezes à alteração de humor. Isto origina a que tenham mais propensão a criar conflitos e, por vezes, a auto excluir-se da equipa. Não obstante, segue o lema 'a galinha da vizinha é melhor que a minha' onde todas as empresas são melhores para trabalhar, menos a de onde está, mesmo desconhecendo as outras realidades

- Todos os dias acorda e suspira revirando os olhos só de se lembrar que tem de ir trabalhar. As segundas, então... um verdadeiro sacrifício!

- Passa a vida a perguntar-se sobre o seu papel na empresa, o que por si só é algo tenebroso porque não compreende o valor da sua presença para a vida na empresa o que não irá motivar de todo na concretização do trabalho e objetivos.

 - Sempre que aparecem cursos, formações, ferramentas, etc... que possam enriquecer profissionalmente acha que não há necessidade de os frequentar argumentando que já sabe o suficiente e que não irá fazer diferença no seu percurso profissional. Acha que as oportunidades que surgem no dia a dia são uma perda de tempo.

- Uma pessoa desmotivada, como está num permanente estado de desânimo e insatisfação, torna-se resistente à mudança. O argumento habitual é “Se sempre foi feito assim e correu bem, para quê mudar?” esquecendo-se que o mundo está sempre em constante transformação, inovação e, por conseguinte, há sempre a oportunidade de se fazer mais e melhor.

- O absentismo também costuma ser um indicador de alguém desmotivado, uma vez que qualquer motivo é bom para faltar.

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